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Em um dia desses encontrei um artigo do Social Media Today que falava sobre a diferença entre o “Curtir” e os gatilhos de resposta direta tradicionais, como o opt-in. No texto, Brian Solis colocava claramente as diferenças entre uma coisa e outra.

Curtir é um gatilho?

 

Além de bem objetivo, fica fácil entender que o “Curtir” é uma forma de determinar alcance potencial daquela marca, mas isso não significa que todas essas pessoas irão, obrigatoriamente, consumir seus produtos ou serviços.

Solis também apresenta dois conceitos que são muito importantes para entender a ideia como um todo. Para ele existem social brands e social business. De forma resumida, as social brands são fruto de uma repaginação da marca, para que elas se tornem capazes de engajar e atrair mais pessoas. Já os social business exigem mudanças mais profundas no estilo da organização, para que o trabalho tenha essa tecnologia e cultura presentes nos processos diários.

Curtir não é opt-in

Não é difícil encontrar aqueles famosos executivos que querem, a todo custo, atingir um número X de seguidores e fãs apenas pela “beleza da coisa”, sem um objetivo claro. Normalmente, eles encaram o “seguir” e o “curtir” como demonstrações claras de que aquela pessoa quer receber conteúdo da marca e da empresa.

É aí que entra o engano. O ato de acompanhar uma marca no Twitter ou Facebook não implica na recepção total do conteúdo propagado. “Curtir” pode ser entendido como uma “moeda social” usada por cada um de nós na hora de nos relacionarmos com aquela marca.

Curtir significa endossar, apoiar e até mesmo exigir que o conteúdo oferecido seja de boa qualidade. Apertar aquele botão é fácil, porém é um ato que tem uma série de processos e parâmetros envolvidos. Por isso não esqueça de que o seu “Curtir” é importante.

Ainda assim, o opt-in traduz mais do que o alcance potencial prometido pelo “Curtir”. É por meio deste gatilho de resposta direta que se obtém informações sobre a satisfação de quem utiliza seus produtos e serviços. O “curtir” por si só não traz esses dados. É preciso fazer uma análise mais profunda da sua audiência para saber.

Neste ponto é importante direcionar seus esforços para o monitoramento, a análise de sentimento e até mesmo para pesquisas mais profundas como a netnografia.

E você, o que acha?

3 comentários em “Curtir é um gatilho?”

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