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4 Types of Content Marketing Strategies 640x492

Como identificar as melhores e as piores estratégias de Content Marketing?

*Este post é uma tradução livre autorizada por Adrian Parker, do SocialFresh.

Pedir para um profissional de marketing para descrever a estratégia de conteúdo da marca para a qual ele trabalha é como perguntar a uma pessoa indecisa o que ela quer para o jantar. Você vai ouvir 50 respostas diferentes que, no final das contas, resultam em um punhado de opções:

  • Formato: “Nós usamos vídeo, imagens e engajamento em tempo real…”

  • Mídia: “Nós criamos experiências pagas, próprias e espontâneas…”

  • Canais: “Nós usamos Facebook, Twitter, YouTube, LinkedIn…”

  • Fonte: “Nós temos curadoria, syndication (via RSS feed), e conteúdo personalizado…”

  • Intenção: “Nós trazemos tráfego para o nosso blog para gerar leads via SEO…”

A verdadeira e única resposta que você não vai ouvir é “Eu não sei!”.

Enquanto esses inputs representam blocos vitais para a construção de conexão de pessoas, ideias e comunidades, uma estratégia de sucesso de contente marketing começa apenas com duas perguntas:

1. Com quem estamos falando…

E por que eles deveriam se importar?

2. O que estamos dizendo…

E por que eles deveriam compartilhar?

O conteúdo é o oxigênio do seu ecossistema de mídias sociais (tweetar esta frase ;]). A estratégia é o processo de converter isso em resultados através de regulamentar o que você faz, por que você faz e como você faz isso. Uma estratégia de content marketing depende de um canal, formato ou fonte específicos que serão os suportes vitais quando as mudanças tecnológicas e o interesse por elas diminui gradativamente.

Existe um caminho melhor!

Na Intuit (agência do Adrian), eles tiveram a chance de testar, aprender e iterar em diferentes campanhas cujo alvo foram executivos e donos de pequenas empresas. A estratégia de conteúdo adotada por eles focava em maximizar duas questões centrais e estruturar o planejamento de conteúdo deles em torno das motivações dos usuários/consumidores.

As melhores estratégias de conteúdo aparecem em quatro tipos:

Pior: Conteúdo de vaidade

Com relevância pífia para o consumidor e confiança ainda mais baixa, muitas táticas tradicionais e de outbound marketing caem na categoria de “vaidade”. As empresas se acabam para conseguir bater as previsões de meta de amanhã com a audiência de hoje e as regras do jogo de ontem.

Até pouco tempo atrás o sistema solar do marketing girava em torno dos produtos e das marcas, não dos consumidores. Escalas de massa eram recompensadas, encorajadas e esperadas. Conteúdos de vaidade são como um terrível encontro às cegas em que você deve pagar a conta de um jantar em que você só ouviu a pessoa se gabar dela mesma durante todos os pratos.

Falando honestamente, o conteúdo de vaidade tem seu lugar e utilidade. Contudo, construir uma estratégia baseada apenas nisso é anunciar o fracasso antes mesmo de começar. Apenas diga não!

Boa: Conteúdo conversacional

Conteúdo conversacional dá poder às timelines do Twitter, servindo como uma cidade virtual para onde as ideias vão para se espalhar e morrer. O fluxo constante de iscas de compartilhamento apresentam acesso fácil às notícias, informações e atualizações e conteúdos aleatórios que tanto nos distraem.

Feitos corretamente, este approach requer recursos dedicados que estejam equipados com as ferramentas certas e apoderada pelos líderes. Como um grande coquetel, a chave para um conteúdo conversacional de excelente qualidade é puxar um assunto, e não ser o dono dele.

Conversas podem se tornar virais ou convencionais com uma velocidade muito alta, tendo como base a maneira com que as audiências reagem. Portanto, deixe espaço para o que não pode ser planejado. Você pode se surpreender.

Ótima: Conteúdo convencional

Não se engane. Não estamos falando de conteúdos normais, do tipo “feijão com arroz”. Este é o tipo de conteúdo que evoca emoções, reforça crenças e confronta paradigmas. Por isso estamos encarando um desafio grande tanto na hora de produzir este tipo de conteúdo, quanto na hora de consumi-lo.

Nós falamos com frequência sobre “humanizar” ou “personificar” a marca com a resposta de que pessoas se conectam mais facilmente a outras pessoas. Isso funciona muito melhor quando se foca nas pessoas e histórias que estão por trás da marca. Este tipo de conteúdo não é do tipo escalável, porém oferece um altíssimo nível de transparência e confiança ao consumidor.

Costuma-se dizer que grandes conteúdos provocam ações. Porém, o conteúdo convencional é aquele que provoca discussões, que desencadeiam diversas ações.

A melhor: Viral

A palavra “viral” já virou sinônimo de “milagre” para muitos profissionais de marketing digital, em especial, de social media. Por definição, entendemos que o novo consumidores vêm diretamente das atividades dos consumidores atuais.

Em outras palavras, podemos dizer que usuários geram novos usuários até mesmo quando o intuito de viralidade tem vários graus. Todo mundo sabe que os gatilhos de ativação de uma campanha B2B são diferentes daqueles usados para ativar campanhas e produtos B2C.

Vale lembrar que nem todo viral é uma peça criada pelo marketing das organizações. Contudo, todo marketing viral tem, ou pelo menos deveria ter, duas motivações centrais: dar aos consumidores algo para compartilhar e se importar.

Neste momento precisamos fazer uma pergunta óbvia: Em um mundo transformado pela tecnologia, por que o conteúdo viral é tão importante para os profissionais de marketing?

A resposta é simples: Estamos criando maneiras inovadoras e criativas de um assunto que dominamos bem – nós mesmos.

No mundo dos negócios, as estratégias respondem perguntas óbvias e questionam respostas óbvias.

Todo plano de conteúdo vai evoluir com o tempo. Porém, ele deve sempre servir como um verdadeiro norteador daquilo e de quem a sua marca pretende ser e o que ela defende.

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